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Como consumir menos e melhor? Separamos 3 dicas para ajudar você!

Como consumir menos e melhor? Separamos 3 dicas para ajudar você!

Está na hora de repensar alguns de nossos hábitos, mas é normal ficar sem saber por onde começar a mudar tão radicalmente de estilo de vida. Com isso em mente, separamos 3 dicas essenciais para ajudar você a consumir menos e melhor. Confira!

Você está feliz com seus hábitos de consumo? Atualmente, as pessoas têm discutido muito sobre estudos, como o “The Rise Of Lowsumerism”, que exploram a manifestação de uma nova consciência em relação ao consumo, rejeitando os excessos. Inquietações como essas estão surgindo para nos lembrar que o ato de consumir deveria ser uma espécie de resposta às nossas verdadeiras necessidades, não um substituto para falta de tempo ou afeto. É por meio desses questionamentos que é possível concretizar uma mudança interna e dar os primeiros passos para uma vida com mais propósito. Está na hora de repensar alguns de nossos hábitos, mas é normal ficar sem saber por onde começar a mudar tão radicalmente de estilo de vida. Com isso em mente, separamos 3 dicas essenciais para ajudar você a consumir menos e melhor. Confira!

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1. Informe-se e mantenha uma postura questionadora

O primeiro passo para combater o consumismo é reduzir a influência externa. Sabemos o quanto o estímulo visual, tanto online quanto offline, de campanhas publicitárias e meios de comunicação pode brincar com a nossa mente, por isso é necessário abrir mão de certos hábitos e enxergar possibilidades além dos supermercados e shopping centers. Ou seja, é preciso se informar e questionar para tomar as suas próprias decisões de consumo. Dessa forma, fica mais fácil optar por produtos melhores para você e para o mundo — e isso envolve a moda, a alimentação, a tecnologia ou qualquer outro item oferecido no mercado. Preocupe-se com dados além da embalagem bonita, slogans, selos e promessas marketeiras. Leia as letras miúdas que escondem informações preciosas sobre o produto, como a sua composição, e aprenda sobre a cadeia de produção para entender de que forma a compra daquele item impactará o meio ambiente e sociedade. Outro ponto que merece a sua atenção é com relação ao preço. Você já parou para pensar que pagar por uma mercadoria barata pode significar apoiar mão de obra injusta, danos sociais e destruição ambiental? Reflita!

2. Simplifique para reduzir

O quanto você consome? Algumas pessoas perdem o controle sobre esse costume, no entanto, perceber o quanto consumimos é um exercício de autoconhecimento extremamente necessário, pois nos permite identificar as nossas reais prioridades. Sendo assim, questione-se: como você se alimenta? Quais cosméticos utiliza? Com que frequência compra roupas e calçados? Tudo isso é realmente indispensável em sua vida? Lembre-se, porém, que o foco aqui é encontrar as respostas, não as falhas. A partir de reflexões como essa, você começa a compreender que precisa de muito menos para viver e se acostuma com a ideia de possuir e desejar menos coisas. Gradativamente, sentirá vontade de melhorar suas relações, aprender mais e ganhar experiências, mas, para tudo isso, será preciso diminuir o ritmo de algumas ações pontuais — e não estamos falando apenas da hora de passar um produto no caixa. Fazer ligações de trabalho durante um almoço em família, por exemplo, é uma forma de perder um tempo precioso que não voltará mais. Portanto, simplificar hábitos envolve saber equilibrar o montante profissional com a qualidade de vida. Não é mais tão difícil encontrar pessoas que abriram mão de carreiras de sucesso para viverem com menos e melhor: é o/a engenheir@ que começou a comercializar doces, o/a advogad@ bem-sucedid@ que passou a vender artesanatos enquanto viajava pelo mundo, o/a profissional com anos de experiência que decidiu empreender para ter a flexibilidade que o mercado não oferece etc. Tudo para diminuir o ritmo, mesmo significando ganhar menos.

3. Estabeleça uma nova relação com os objetos

consumir menos e melhor É cada vez mais fácil suprir necessidades sem precisar jogar fora e comprar algo novo — e nos referimos a algo diferente de aluguel, trocas, escambos e brechós. A economia colaborativa é uma nova proposta de divisão de conhecimentos e trabalhos. Esse conceito abraça projetos que ensinam as pessoas a se comportarem de maneira autossustentável. Isto é, trata-se de um incentivo a ações como: costurar suas próprias roupas, plantar alimentos em casa, cozinhar sua própria comida, pintar a residência, fazer reparos sem ajuda de terceiros, desenhar, reformar e montar móveis etc. Esse movimento parece um tanto trabalhoso para você? Saiba, então, que esforço e adaptação são requisitos básicos para consumir com consciência. É preciso enxergar além do estado atual de um objeto e aprender a se relacionar de modo diferente para conservar e garantir que ele não seja substituído por outro sem genuína necessidade. Nesse sentido, o conceito de fazer suas próprias coisas é muito interessante, uma vez que resulta, naturalmente, em ter consciência do trabalho e desenvolver mais disposição para cuidar e fazer durar. Enfim, veja outras formas de consumir menos e melhor:
  • tenha objetivos e trace metas para o seu dinheiro;
  • sempre questione se você realmente precisa daquilo que pretende comprar;
  • use menos o cartão de crédito;
  • anote e controle as suas despesas para reestruturar prioridades de gastos;
  • evite passar por lugares tentadores;
  • depois de pagar as contas, poupe o dinheiro restante;
  • valorize experiências;
  • doe, troque e divida em vez de simplesmente jogar no lixo.
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