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Moda consciente: como vivê-la na prática?

Moda consciente: como vivê-la na prática?

Como último post do ano de 2018, trouxemos aqui um que te fará refletir sobre seu consumo de roupas. Vivemos uma época em que tudo acontece de forma acelerada e desenfreada, inclusive o consumo. Cada vez mais é comum encontrar pessoas que sofrem com a falta de conexão com elas mesmas e que descontam suas frustrações em compras desnecessárias. O que acha de buscar o autoconhecimento para se conectar com seus sentimentos e suas verdadeiras necessidades? Acompanhe este post para entender como viver a moda consciente de forma prática!

Como último post do ano, trouxemos aqui um que te fará refletir sobre seu consumo de roupas. Vivemos uma época em que tudo acontece de forma acelerada e desenfreada, inclusive o consumo. Cada vez mais é comum encontrar pessoas que sofrem com a falta de conexão com elas mesmas e que descontam suas frustrações em compras desnecessárias. Em contrapartida, um movimento cultural de desaceleração e consciência — como o slow life — tem ganhado força aos poucos, expressando a importância de vivermos nossos dias de maneira menos acelerada e mais intencional. O que acha de buscar o autoconhecimento para se conectar com seus sentimentos e suas verdadeiras necessidades? Acompanhe este post para entender como viver a moda consciente de forma prática!

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Saindo do piloto automático e se reconhecendo

Saia do piloto automático e desligue-se das mídias que dizem o que você deve comprar. Algumas pessoas vivem infelizes por acreditarem que sempre lhes falta algo para ser feliz: o novo Iphone, o carro do ano, aquela joia da marca famosa… mas isso é uma mentira. Sendo assim, o primeiro passo para experimentar a moda de forma consciente é olhar para dentro de nós mesmos para identificar nossos valores de vida. É preciso reconhecer, aceitar e amar quem somos para não sentirmos necessidade de preencher nenhum vazio com compras supérfluas. Logo antes de comprar é interessante parar, respirar fundo e pensar bem para consumir menos e melhor. Reconheça-se com algumas perguntas simples:
  1. Quem sou eu?
  2. O que é realmente importante para mim (na vida e na moda)?
  3. Como desejo me sentir com as roupas que eu uso (emocional e fisicamente)?
  4. Quais são os caimentos, as texturas e as cores que mais gosto e que me valorizam?

Olhando as etiquetas das suas roupas

Sair do piloto automático significa avaliar se realmente precisamos ter e comprar tantas coisas, mas também sugere uma reflexão sobre a cadeia produtiva daquilo que pretendemos consumir. Ao adquirir uma nova peça de roupa, por exemplo, você está cert@ de que a produção, a distribuição, a manutenção e o descarte estão de acordo com seus valores? Está ciente dos impactos ambientais e sociais envolvidos em todos os processos? Quem está passando por uma transição para o veganismo entende a importância de olhar os rótulos dos alimentos e dos cosméticos — e na hora de comprar roupas não é diferente, afinal, estamos escolhendo algo que estará em contato com o nosso corpo. consumo de roupas consciente Ademais, uma etiqueta tem muito a nos dizer sobre uma peça, como o local onde a produção aconteceu, os materiais utilizados e os melhores métodos de cuidado para que a roupa dure por mais tempo. Veja algumas questões importantes sobre a etiqueta:
  1. De onde vem essa roupa?
  2. Quais materiais foram empregados para produzir essa peça (além da determinar se é um produto vegano, essa pergunta permite avaliar custo x durabilidade)?
  3. Quais os cuidados que preciso ter com essa peça?

Entendendo para onde está indo seu dinheiro

Não podemos esquecer de pesquisar sobre a marca por trás da roupa que cogitamos comprar. Afinal, faz parte da moda consciente saber, exatamente, onde estamos gastando o nosso dinheiro e compreender o nosso papel de consumidor, questionando a empresa e seus vendedores. Lembre-se: é muito importante pensarmos na nossa natureza, nos nossos animais e nas muitas pessoas que estão envolvidas na produção da roupa que a gente veste. Veja algumas perguntas na hora da compra:
  1. Por quem ela foi produzida (pensando na possibilidade de ter mão de obra escrava envolvida)?
  2. Quanto tempo essa roupa viajou até aqui (pensando nos impactos ambientais)?
  3. A marca é envolvida com alguma causa social?

Considerando a versatilidade

A moda consciente nos mostra que não é preciso ter um closet repleto de peças para se vestir bem. Pelo contrário, é totalmente possível comprar menos, ter um guarda-roupa enxuto e estar de acordo com o nosso estilo no dia a dia. A rotina é um ponto que merece a nossa atenção na hora de montar o nosso guarda-roupa funcional. Outra vez: isso tem muito a ver com o autoconhecimento. É preciso ter peças específicas (e na quantidade ideal) para as nossas diversas atividades diárias: ficar em casa, trabalhar, lazer e atividade física. Se determinar as quantidades de cada peça no seu guarda-roupa ainda é uma dificuldade para você, veja algumas sugestões que podem simplificar essa tarefa:
  • 5 peças de cima — sempre se questione se a blusa que está comprando combina com as partes de baixo que você já possui;
  • 3 peças de baixo — prefira uma peça que componha, pelo menos, 3 looks para ocasiões diferentes;
  • quando comprar uma peça nova, aposente uma velha.
Essas foram apenas algumas dicas, certo? Não são regras, pois a quantidade certa de roupas é muito pessoal. O importante é se manter consciente ao comprar novas peças e sempre buscar alternativas, como brechós e bazares de troca. Queremos saber: você já vive a moda consciente? Deixe um comentário!slow life moda

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