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Por que fritura faz mal ao ser humano?

Por que fritura faz mal ao ser humano?

Neste post vamos entender por que a fritura faz mal ao corpo olhando para a estrutura molecular dos macro e micronutrientes!

O corpo humano é como uma máquina altamente complexa que, se receber o combustível correto, executa infinitas funções ao mesmo tempo, gerando resultados que garantem sua homeostase, isto é, sua integridade, além de garantir a integridade do meio em que o ser humano vive.

Mas qual seria o combustível correto? Qual a fonte deste combustível? E por que comer farinhas e frituras faria tão mal?

O corpo humano em simbiose com a Natureza: uma engenharia perfeita

Um motor que foi feito para funcionar a gasolina possui componentes capazes de gerar combustão e assim funcionar corretamente. Se colocarmos álcool com gasolina neste motor, ele vai funcionar por menos tempo, terá um baixo rendimento e, a longo prazo, esse combustível adulterado vai deteriorar todos os componentes que não são resistentes a corrosão do álcool.

Assim também funciona o nosso organismo. Possuímos receptores específicos para receber o combustível correto, que vai interagir harmoniosamente com os outros componentes químicos dos nossos motores, mantendo o equilíbrio e o perfeito funcionamento. 

Estrutura molecular dos macro e micronutrientes

Somos feitos a partir de 21 elementos químicos fornecidos por nossa Mãe Terra, sendo o oxigênio, o nitrogênio, o hidrogênio e o carbono a maior parte, e os outros 17 restantes só uma pitadinha.

Os átomos desses 4 elementos principais combinados formam as moléculas de proteína, gordura e carboidrato (os tijolos que constroem nossos tecidos).

Agora já está mais fácil entender qual é a fonte e o combustível correto para o perfeito equilíbrio e funcionamento do nosso organismo, né?

Veja na figura abaixo a clássica comparação entre a molécula de clorofila e a molécula de hemoglobina: 


Fonte: Site Longevidade Saudável

A única diferença entre elas é que no núcleo da molécula de clorofila temos o magnésio-Mg, e no da hemoglobina tem o ferro-Fe.

Então veja como a natureza é perfeita: o ferro compõe a hemoglobina, que está presente nas células vermelhas do sangue, que são as hemácias, as responsáveis por transportar o oxigênio-O2 nos organismos animais.

O magnésio presente na clorofila é responsável por reter o oxigênio nestes organismos. Seria então o magnésio um auxiliar do ferro nos organismos animais? Sim!

E não só isso: além de o magnésio aumentar a oxigenação do sangue, ele ajuda na absorção do ferro,  na síntese de proteínas, no transporte de energia, no equilíbrio do cálcio, potássio e sódio, na desintoxicação etc.

A lista é bem grande e em um próximo post vamos abordar com mais detalhes as funções destes elementos.

A importância dos alimentos in natura

O intuito deste post é entender que os alimentos naturais in natura, fornecidos pela nossa Mãe Terra, não só contêm os micro e macronutrientes em porções equilibradas para nós, como vimos nos posts anteriores sobre o poder nutritivo de uma dieta frugívora e crudívora, mas que a estrutura molecular desses alimentos se encaixa perfeitamente nos nossos receptores.

Visto isso, fica fácil entender que quando submetemos os alimentos naturais a altas temperaturas e a processos químicos ou de refinamento, nós desestruturamos completamente as moléculas desses alimentos, perdendo mais de 90% dos nutrientes.

Logo, alguns processos, como a fritura, que eleva a mais de 100 ºC a temperatura do óleo, que já é um elemento refinado e concentrado, são altamente nocivos ao organismo humano, pois estão completamente desestruturados e oxidados, e liberam grandes quantidades de radicais livres que vão acidificar o sangue e formar o ambiente propício para doenças como o câncer.

Suplementos e hormônios

Vale ressaltar aqui que o uso de suplementos sintéticos, principalmente hormônios (que na verdade não são hormônios, são substâncias hormônio-estimulantes), não se encaixam em nossos receptores e ainda causam diversos efeitos colaterais. Mas graças a tecnologia, conseguimos extrair nutrientes dos alimentos sem desestruturá-los, e assim produzir os suplementos que encontramos em marcas que realmente visam o bem do próximo.

Um exemplo interessante são os hormônios bioidênticos: como não podem ser encontrados na natureza, pois são produzidos pelas nossas glândulas, a tecnologia conseguiu criar estruturas que se encaixam perfeitamente nos nossos receptores, portando as mesmas informações que um hormônio natural entregaria a nossa célula.

Veja o exemplo nas imagens abaixo: 

Fonte: Site Longevidade Saudável

Frugivorismo e jejum

Devo lembrá-los que ao optar por uma dieta Frugívora Crudívora, combinada com jejum intermitente, um processo de regeneração acontece no organismo, trazendo todo o equilíbrio necessário para um perfeito funcionamento, garantindo a produção dos nutrientes não essenciais.

Leia nossos posts sobre jejum, nos quais abordamos principalmente sobre a importância do jejum para a densintoxificação do corpo e para a regeneração.

Não posso deixar de dizer que o jejum não deve substituir instruções médicas em casos de patologias.


Bem, irmãos e irmãs, espero ter convencido os veganos a comerem mais frutas, verduras e vegetais crus e não se entupirem de frituras e farinhas rs. Aos vegetarianos e carnívoros o mesmo é válido, e que esse texto instigue a reflexão sobre o que está sendo ingerido nas refeições. Comamos comida de verdade!


Will Powa é skatista e descobriu na dieta Plant Based o verdadeiro remédio para curar e prevenir adoecimentos físicos e mentais, além de viabilizar o enorme potencial do organismo humano. Além disso, é terapeuta holístico em Barras de Access e Radiestesia, cursa nutrição e trabalha com acompanhamento em transições para dietas saudáveis. Conheça seu trabalho no Instagram @powahealthyfood !


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