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Veganismo no inverno: como se aquecer sem explorar os animais?

Veganismo no inverno: como se aquecer sem explorar os animais?

Com a menor ameaça de queda da temperatura, as lojas enchem suas vitrines de peças em couro, penugens, lãs, peles, entre outros materiais de origem animal que, ao contrário do que podem dizer, são extraídos de forma cruel. Manter-se aquecido e, ao mesmo tempo, viver o veganismo no inverno parece uma missão impossível para você? Fique tranquil@, pois podemos ajudar. Acompanhe!

O Brasil é um país tropical, mas mesmo não tendo um inverno rigoroso como outros países, quem vive aqui sabe que o frio pode chegar com força em algumas épocas do ano, obrigando-nos a vestir roupas bem mais quentes que o normal.

Com a menor ameaça de queda da temperatura, as lojas enchem suas vitrines de peças em couro, penugens, lãs, peles, entre outros materiais de origem animal que, ao contrário do que podem dizer, são extraídos de forma cruel.

Manter-se aquecido e, ao mesmo tempo, viver o veganismo no inverno parece uma missão impossível para você? Fique tranquil@, pois podemos ajudar. Acompanhe!

Entenda o consumismo no inverno

A moda muda o tempo todo e o descontrole que essas tendências geram representa um problema de consumo sério. No inverno, essa questão é ainda maior, pois além de sermos influenciados a comprar novas peças e a gastar um dinheiro que poderia ser melhor empregado, também tomamos um susto quando analisamos as etiquetas e os rótulos daquilo que foi comprado.

Existem grandes chances de um tecido aparentemente inofensivo ser fruto da exploração de animais como coelhos, raposas, ovelhas, alpacas etc. É por esse motivo que avaliar a composição de roupas, calçados e acessórios é uma medida fundamental antes de concretizar uma compra — mais do que isso: deve ser um hábito para qualquer pessoa vegana.

Em todo caso, o ideal é sempre consumir com consciência e responsabilidade. Afinal, o consumo excessivo gera demanda para uma produção excessiva, o que pode ser altamente prejudicial para os animais e o meio ambiente.

Saiba analisar os componentes de uma peça

A desconfiança pode impedir que você compre um casaco de pele verdadeira como se fosse falsa. Não dá para confiar cegamente em todo produto que diz ser vegano, especialmente quando se trata de itens importados de países onde é normal matar animais, como cachorros, para usar o couro e vender como se fosse sintético.

Diante disso, é importante prestar atenção na lista de composição para materiais como cashmere, angorá, mohair, seda, pashmina, camurça, tweed e outros. Outra dica é preferir produtos que sejam compostos por acrílico, náilon, algodão, poliéster, veludo, sarja e denim, por exemplo.

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Sabemos que muitos dos materiais utilizados na composição de peças livres de origem animal estão longe de ser grandes amigos do planeta — uma vez que peles falsas são obtidas por meio do petróleo e do carvão.

Entretanto, quando o ao objetivo é livrar os bichos de se tornarem insumos na indústria têxtil, é preciso fazer escolhas difíceis e bem pensadas. A boa notícia é que algumas marcas trabalham com fibras recicladas e alternativas de couro vegetal, como:

  • piñatex (feito com fibras das folhas do abacaxi);
  • muskin (feito à base de cogumelos);
  • vegea (feito do bagaço da uva).

O que fazer, porém, quando a peça não possui etiqueta? Como avaliar uma roupa bem antiga, garimpada em brechó? Nesses casos, a atenção deve ser redobrada, pois quanto mais velho um item é, menos chances ele tem de ser sintético.

Uma sugestão é conferir a base de onde saem os pelos do seu casaco, pois uma peça sintética apresenta costuras enquanto a pele natural, obviamente, não. Além disso, os pelos de origem animal são mais finos nas pontas, diferente do artificial que apresenta a mesma espessura em todo o comprimento.

Compre de marcas confiáveis

se aquecer sem crueldade

Se você realmente vê necessidade em comprar peças novas para se aquecer no inverno, saiba que isso não precisa ser um bicho de sete cabeças. Para tanto, basta conhecer bem as marcas e optar por aquelas que se preocupam em fazer moda de forma ecológica, orgânica e vegana.

Vivemos em um país onde o inverno não é tão rigoroso, portanto as peças sintéticas, geralmente, dão conta do recado. Mesmo assim, às vezes, pode acontecer de você precisar de um casaco mais reforçado —para uma viagem internacional, por exemplo.

Em vista disso, é importante conhecer marcas de altíssima qualidade e confiáveis, como as que possuem certificados veganos e cruelty-free. Confira, agora, uma lista de empresas, nacionais e gringas, que comercializam roupas, calçados e acessórios para aquecer no inverno sem explorar animais:

Não é tão fácil encontrar empresas de roupas 100% veganas. No frio, as opções são ainda menores, especialmente em um país quente como o Brasil. Todavia, demonstramos neste post que você pode manter o veganismo no inverno, desde que seja desconfiado e esteja disposto a ler rótulos, a conhecer intimamente as marcas que consome e a pesquisar novas soluções.

Quer mais dicas para o inverno? Saiba como cuidar da sua pele na estação mais fria do ano!

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